Em série audiovisual, CAMP aborda força de Mulheres Negras com a Economia Popular Solidária no RS
O Centro de Assessoria Multiprofissional (CAMP) – Escola do Bem Viver registra, em uma série de vídeos, relatos e experiências de iniciativas ligadas à Economia Popular Solidária (EPS) no Rio Grande do Sul. Com produção audiovisual do Coletivo Catarse, a série aborda diferentes dimensões da EPS e tem seus conteúdos publicados nos canais do CAMP.
A série integra o projeto “Economia Popular Solidária (EPS) com Mulheres Negras no RS: empoderamento e bem comum”, realizado pelo CAMP por meio do Ministério do Trabalho e Emprego e da Secretaria Nacional de Economia Popular Solidária, a partir da emenda parlamentar das deputadas federais Reginete Bispo e Maria do Rosário e do deputado federal Alexandre Lindenmeyer. A iniciativa está vinculada ao Termo de Fomento (TF) 959059/2024.
A série também integra a estratégia de formação do CAMP intitulada “Fazer Solidário”, desenvolvida por meio do Programa de Formação Continuada com militantes e lideranças de coletivos da Economia Popular Solidária do Rio Grande do Sul.
Autogestão é tema do primeiro episódio
No primeiro episódio, a série aborda a autogestão, um dos princípios da Economia Popular Solidária. Para tratar do tema, a produção acompanha o Programa de Formação Continuada promovido pelo CAMP no Instituto Josué de Castro, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Viamão, no Assentamento Filhos de Sepé. A atividade foi realizada nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2026.
Na Economia Popular Solidária, a autogestão estabelece que todos e todas as integrantes sejam responsáveis pelos processos administrativo, político e pedagógico do coletivo. A proposta é que não exista quem “manda mais” ou quem “manda menos”, mas pessoas que sejam referências para cada processo que envolva a organização do grupo.
Comércio justo e solidário é tema do segundo episódio
O segundo episódio trata do Comércio Justo e Solidário. Para abordar o tema, a produção visita as Lojas Produção da Gente, em Viamão e Alvorada. As lojas são geridas pelas artesãs em parceria com os Fóruns Locais de Economia Popular Solidária (EPS). Os pontos fixos de comercialização são essenciais para a geração de renda, por meio da organização coletiva das empreendedoras e artesãs da Economia Popular Solidária.
O Comércio Justo e Solidário é um dos princípios e ferramentas da EPS. A proposta busca, na prática, que a comercialização seja realizada a partir do compromisso social e com a natureza e a sustentabilidade, além da promoção da justiça de gênero, racial e étnica.
A iniciativa tem como bases a cooperação e a solidariedade, com o objetivo de gerar renda e bem viver para quem produz e consome.
Formação e Economia Popular Solidária
A produção audiovisual da série é realizada pelo Coletivo Catarse, que documenta as experiências relacionadas à Economia Popular Solidária. À medida que forem lançados, os novos episódios ficarão disponíveis nos canais do CAMP no YouTube e no Instagram.



Publicar comentário